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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Engenharia Civil Mercado de Trabalho

Como está o mercado de trabalho para engenheiros e arquitetos?

O mercado de trabalho está precisando de engenheiros e arquitetos? Gostaria de saber também se o engenheiro da área civil desenha plantas, como o arquiteto.

enviado por Eric Hideki Watanabe Fernandes
A construção civil é um dos indicadores de crescimento ou retração da economia de um país. Em épocas de crescimento econômico há aquecimento do setor, ocorrendo o oposto em épocas de recessão. Atualmente o Brasil encontra-se em crescimento econômico, inclusive tendo ultrapassado sem grandes prejuízos a crise financeira que abalou a economia mundial recentemente. Como você pode perceber, projetar o mercado nesta e em outra área qualquer envolve certo índice de imprecisão, pois não podemos afirmar categoricamente os rumos da economia mundial e nacional.

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O curso de Arquitetura envolve conhecimentos ligados ao cálculo estrutural, dimensionamento de forças, análise da composição de terrenos para a sustentação da construção como conhecimentos da área de "humanas", como história da arte, perspectivas antropológicas sobre a moradia (como os seres humanos consideraram e consideram nas diversas culturas a questão da habitação), passando pela análise da ocupação das cidades - paisagismo, urbanismo, áreas residenciais e comerciais. Há também arquitetos que se especializam em comunicação visual, desde a definição de padrões de comunicação de empresas até o design de móveis ou objetos de uso doméstico.
Classicamente, quando se trata de construção civil, contrata-se um arquiteto para a elaboração da planta, da distribuição dos espaços internos da casa e da fachada. Cabe ao engenheiro civil responsabilizar-se pelo cálculo e dimensionamento das colunas, vigas, da distribuição de cargas e determinação das ferragens e dos materiais envolvidos na obra. Porém, estas áreas se intercambiam, ou seja, ambos os profissionais podem se responsabilizar pela diversas atividades que envolvem a construção dependendo do tamanho a obra.
Consulte as grades curriculares de Arquitetura e de Engenharia Civil e verifique semelhanças e diferenças.

O que é engenharia civil

Engenharia civil é o ramo da Engenharia que lida com a concepção, construção e manutenção do ambiente físico, construído ou natural, incluindo obras como estradas, pontes, canais, barragens e edifícios.
Os termos Construção civil e Engenharia civil são originados de uma época em que só existiam apenas duas classificações para a Engenharia sendo elas Civil e Militar. A Engenharia militar era destinada apenas aos militares e a Engenharia civil destinada aos demais cidadãos. Com o tempo, a Engenharia civil, que englobava todas as áreas, foi se dividindo, e hoje conhecemos várias divisões, como a elétrica, mecânica, química, entre outras. Em alguns poucos países, como a Bélgica e a Alemanha, o termo engenharia civil ainda é usado no seu sentido lato original, agrupando várias especialidades entre as quais a de construção de obras que é designada engenharia de construção.
O engenheiro civil projeta e acompanha todas as etapas de uma construção e/ou reabilitação (reformas) . Deve estudar as características dos materiais, do solo, incidência do vento, destino (ou ocupação) da construção. Com base nesses dados, desenvolve o projeto, dimensionando e especificando as estruturas, hidro-sanitárias e gás, bem como os materiais a serem utilizados. No gabinete de obra, chefia as equipes, supervisionando os prazos, os custos e o cumprimento das normas de segurança, saúde e meio ambiente. Cabe-lhe garantir a segurança da edificação, exigindo que os materiais empregados na obra estejam de acordo com as normas técnicas em vigor. A Engenharia civil tem, de alguma forma, relações com todas as atividades humanas, notadamente com a Arquitetura.
Por possibilitar uma ampla variedade de atuação profissional, a Engenharia civil oferece ainda grande oportunidade aos seus profissionais, possibilitando que estes que se dediquem à boa formação acadêmica tenham sucesso posteriormente, na sua carreira

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Revista Equipe da Obra - Pini

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

NR-18 - Carpintaria

NR-18 Ilustrada

Carpintaria

Esta seção apresenta detalhes da Norma Regulamentadora no 18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção Civil (NR-18), que estabelece critérios mínimos de segurança e conforto para as instalações e serviços de canteiro

Reportagem: Bruno Loturco
Equipamento deve contar com aparatos que impeçam contato das mãos com o disco de corte e que evitem rejeição da peça. Confira
Durante trabalhos de carpintaria, uma das ferramentas que mais oferece risco de acidente é a serra circular. O equipamento é composto por mesa fixa - com abertura que permite a passagem de um disco de serra -, eixo, transmissão de força e motor. Uma vez que os acidentes costumam ser graves, é preciso respeitar as exigências da NR-18 com relação à sua instalação e uso. Veja quais são os requisitos da norma.
Ilustrações: Daniel Beneventi

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Concurso arquitetos e engenheiros

Correio abre inscrições de concurso para arquitetos e engenheiros
Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos oferece 66 vagas em todo o Brasil. Salário é de R$ 3.108,37

domingo, 14 de junho de 2009

Infraestrutura terá de contar com mais parcerias público-privadas para sair do papel até a Copa

Segundo estudo da Abdib, patamares desejáveis para os jogos de 2014 só poderão ser alcançados com a participação intensiva do setor privado

Por Ana Paula Rocha


A Abdid (Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base) deve entregar até o fim de junho um relatório que aponta quais serão os investimentos necessários para as cidades-sede atingirem os patamares desejados para Copa do Mundo de 2014. O estudo contemplará nove setores: portos, aeroportos, mobilidade urbana, saneamento básico, telecomunicações, energia elétrica, segurança pública, saúde e hotelaria.

Segundo Ralph Lima Terra, vice-presidente executivo e coordenador do Grupo de Trabalho Copa 2014 criado pela entidade, "a expansão da infraestrutura pode ter o setor privado como protagonista, tanto nos investimentos como na operação dos sistemas". Confira a entrevista:


Em relação à infraestrutura, qual sua avaliação sobre os preparativos para a Copa 2014?
Os desafios que precisam ser superados para garantir o sucesso da Copa do Mundo em todo território nacional vão muito além de construir e reformar estádios. Os empreendimentos necessários são de longa maturação, alguns deles demoram entre quatro e seis anos para ficarem prontos, além do que, por trás das construções há um conjunto de projetos, licenças e orçamentos que precisam funcionar em sincronia. Há tempo, mas o caminho é longo e governo federal, estaduais e iniciativa privada terão de andar juntos para que a Copa do Mundo saia do papel.

Qual a situação da infraestrutura das cidades?
De uma maneira geral, a necessidade de investimentos em diversos setores da infraestrutura nas grandes cidades brasileiras é visível, independentemente da realização da Copa do Mundo em território nacional. No diagnóstico da situação da infraestrutura nas cidades-sede elaborado pela Abdib, pudemos observar, por exemplo, que o setor de telecomunicações está bem desenvolvido, entretanto, a questão da mobilidade urbana merece atenção em todas as sedes. É nítido que a Copa representa desafios gigantescos ao País, mas, de outro lado, é uma oportunidade inédita, que se bem conduzida, é uma chance para o Brasil avançar na superação de diversos gargalos internos.

Onde a iniciativa privada pode entrar com os investimentos? De que modo as parcerias público-privadas podem se viabilizar?
A expansão da infraestrutura pode ter o setor privado como protagonista, tanto nos investimentos como na operação dos sistemas. Em todos os setores, desde rodovias, metrôs, trens, aeroportos e energia, a iniciativa privada pode ser investidora e operadora mediante concessões do poder público, evitando assim o comprometimento de recursos públicos. Com a ação conjunta de governos e iniciativa privada, conseguiremos obter o consenso necessário para transformar os desafios em excelentes oportunidades de negócios em busca de melhorias na infraestrutura, desenvolvimento sustentável e qualidade de vida.

Como funciona a cooperação técnica entre Abdib, CBF e governo? Qual será o papel da Associação nesse processo?
Quando o Brasil foi anunciado como sede do Mundial de 2014, a Abdib, que já acompanhava o projeto há algum tempo, firmou um termo de cooperação técnica com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e o governo federal, representado pelo Ministério do Esporte, em maio de 2008. Com esse ato oficial, a entidade assumiu a responsabilidade de realizar um estudo inédito cujo objetivo foi fazer um diagnóstico da situação da infraestrutura nas cidades candidatas e os investimentos necessários para receber a Copa do Mundo de 2014. Agora, com a escolha das 12 cidades, a Abdib já se prepara para criar uma estrutura específica para acompanhar os estudos de viabilidade e os projetos de infraestrutura. O objetivo é contribuir com a experiência no setor para que os investimentos sejam feitos em tempo adequado e deixem um legado de desenvolvimento econômico e social.